Talvez uma das melhores obras pós-apocalítpcas já escrita! A Dança da Morte (The Stand), muito aclamado pela crítica, foi lançado em 1978 e até hoje, várias edições continuam sendo feitas. Há também filmes, divido em 4 partes (no livro são apenas 3), que valem a pena serem assistidos, ainda mais se você for um fã ávido de King, como eu. Se não, boatos dizem que será feito um remake.

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Em 1990, um vírus estudado em uma unidade secreta do governo, uma arma biológica conhecida como Projeto Azul, tem uma falha em sua segurança, sendo lançado nas pessoas que lá viviam. Por um infortúnio, uma família consegue fugir da base antes que ela fosse colocada em quarentena.

Ao chegar num posto de gasolina próximo, todos estão praticamente mortos, já infectados com o vírus chamado de Capitão Viajante. E daí, começa a pandemia, passando de pessoa à pessoa, mesmo com um breve contato com alguém, você já é infectado. Na verdade, todas as pessoas são infectadas com esse vírus, porém, 1% da total população é imune à ele. Ou seja 99% da população mundial foi dizimada.

A partir disso, o mundo é dividido, os sobreviventes começam a ter sonhos, alguns, com o mal, mais conhecido como Randall Flag (fãs de Torre Negra, hello!), e o bem, Mãe Abigail. Nesses sonhos, eles são enviados para se encontrarem em determinados lugares, para fazerem a “concentração” para o início da guerra, o clássico bem contra o mal.

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A primeira parte do livro – Capitão Viajante – introduz os personagens da trama, Larry Underwood, Francis Goldsmith, Stuart Redman, O Homem da Lata de Lixo, entre muitos outros, ao pandemônio do começo desse apocalipse, mostrando separadamente as consequências da Super Gripe (como ficou conhecida a doença que afetou a população) para cada personagem. A segunda parte – Na Fronteira – conhecemos as mesmas pessoas mudando seu credo, seus pensamentos, sua opiniões a fim de se adaptarem a esse novo mundo.

A luta contra o bem e o mal começa a ficar mais evidente, a fé inabalável de Mãe Abigail, ao reunir os sobreviventes ‘bons’, e O Homem de Preto (R.F) montando seu exército com os sobreviventes ‘maus’. É nessa parte que vamos nos apaixonar e odiar os personagens, e vamos ficar fascinados com o desenrolar da história, aliás, essa é a parte mais fascinante, em minha opinião. Traições, sacrifícios, tudo ocorre de maneira coerente, não nos deixando confusos, entramos MESMO na história.

A terceira parte – O Confronto – mostra a parte final, como o nome diz, o Confronto do bom contra o mau. Os exércitos já estão decididos a quem querem seguir. O Confronto começa, mas não da maneira que imaginamos. Coisas inesperadas acontecem, ao modo King de ser, o final pode ser até previsível (ou não, estamos falando dO Homem), mas as circunstâncias que são passadas até esse “finalmente final” (porque o livro é grande!), não podem ser imaginadas tão facilmente. Um livro que vale a pena ler!
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O já conhecido “método King de escrever” não deixa nada a desejar, é maravilhoso em todos os aspectos. Eu, como fã doida de King, diria que é um dos melhores livros dele que já li. Sem falar que é um livro essencial para os fãs de A Torre Negra.

Observação: Texto publicado originalmente no site www.bookeando.com

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