A primeira edição do Maximus Festival foi um sucesso sem precedentes! O evento que aconteceu dia 07 de setembro, no autódromo de Interlagos reuniu 15 bandas em 3 palcos durante o dia todo, como atrações principais tivemos: Disturbed, Marylin Manson e Rammstein, e também bandas brasileiras como o Far From Alaska e Project 46.

A organização dos palcos principais (Maximus e Rockatansky) funcionou perfeitamente. O tempo de um show para outro era de 5 a 10 minutos, e deu SUPER certo. Enquanto uma banda se apresentava em um palco, o outro palco (ao lado) já estava sendo preparado, sendo assim, não houveram atrasos e os horários marcados do show começaram quase que pontualmente.

Isso foi uma estratégia pensada pela organização para que a galera não tivesse que se movimentar muito nos shows finais, tanto é, que o palco mais afastado (Thunder Dome) encerrou as atividades as 16h45 para que não houvesse tumulto e dúvidas quanto a qual show assistir ou ter que escolher a sua banda (geralmente o que acontece em grandes festivais).

Rockatansky Stage e Maximus Stage
Rockatansky Stage e Maximus Stage

Havia também uma área reservada para alimentação, com destaque na tenda do chef Fogaça, e seu lanche especial do evento. Além disso, havia também área de merchan, e uma outra com guitarras (da marca Tagima) disponíveis onde o público podia fazer seu próprio som. Tinha também até uma exposição de fotografias para ser apreciada.

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A decoração do local ficou muito legal e condizente com o público presente! Tinha um pequeno memorial (cemitério mesmo) para os ídolos do rock e do metal que já se foram: Jimmy Hendrix, Lemmy, DIO, Freddy Mercury, etc. O lugar tinha canos enferrujados de onde saiam fogos de tempos em tempos, parecendo que estávamos numa fábrica abandonada. Estátuas gigantes e um trono cheio de caveiras para quem quisesse tirar fotos.

Isis em uma das estátuas gigantes
Isis em uma das estátuas gigantes

O sistema cashless fez o que prometeu, agilidade da hora das compras e na hora de ingressar no evento, tornando tudo muito mais rápido e eficiente.

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Com esse iminente sucesso, já temos data para a segunda edição:

20 de maio de 2017 – Save the Date!


Sobre os shows:

Crédito: Marcos Hermes
Crédito: Marcos Hermes

O dia começou com a banda Steve ‘N’ Seagulls, que faz versões ‘caipiras’ de hinos do heavy metal, de The Trooper do Iron Maiden até Paradise City do Guns ‘N Roses. A aceitação do público foi 100%, cantando junto e até tentado fazer umas dancinhas caipiras.

Em meia hora de show, a banda brasileira Far From Alaska, apesar de alguns problemas técnicos, prendeu atenção do público presente na hora de seu show.

O HellYeah trouxe para o evento o poder do gutural, sendo responsáveis pelo primeiro mosh do evento.

Em paralelo com o show do HellYeah, outra banda brasileira se apresentava no palco Thunder Dome, o Project46, que conseguiu reunir um grande público para acompanhar o set.

Izzy Hale subiu ao palco com sua banda Halestorm, e não poupou elogios para o público brasileiro. A cada intervalo entre as músicas, a interação com o público não parava! E ainda teve uma surpresa no final, com a participação do baterista John Fred Young, do Black Stone Cherry.

Crédito: Marcos Hermes
Crédito: Marcos Hermes

Enquanto isso, no Thunder Dome, também assistimos a algumas músicas do Raven Eye. O vocalista e guitarrista Oil Brown conquistou aos presentes com seu vocal blues, foi até o público, vibrou, gritou e adorou a interação com a plateia.

Oil Brown do Raven Eye
Oil Brown do Raven Eye

Bullet For My Valentine foi a banda mais “aleatória” do evento, em sua apresentação grande parte do público ficou disperso, pois o som metalcore não foi muito bem aceito pelo público de heavy metal.

Com o cair da noite, Disturbed sobe ao palco, com uma das grandes apresentações da noite. Já trazendo o hit Ten Thousand Fists que animou todo o público Também fez versões de várias músicas como Sound of Silence, de Simon & Garfunkel e Killing in the Name do Rage Against the Machine que agitou todo mundo. Finalizaram esse grande show com a música que impulsionou sua carreira: Down With The Sickness.

A penúltima grande apresentação da noite foi de Marilyn Manson, com um show um tanto quanto básico, porém, cheio de energia. Manson não brincou tanto com o público como as outras bandas, mas, quando falou, tirou risadas do público, antes de tocar The Dope Show ele perguntou “Quem aí está drogado? Vou pedir para prenderem vocês!”.

Crédito: Raphael Castello/AgNews
Crédito: Raphael Castello/AgNews

Além disso, ele demorou bastante entre as músicas, trocando de roupa algumas vezes (está precisando aprender com as divas pop como se faz, hein?! rs). Manson fez homenagem para David Bowie e no fim do show, houve uma explosão de papéis e notas de dinheiro com o seu próprio rosto.

As 22 horas, Rammstein subiu ao palco, com Till Lindemann todo de branco com uma cartola, que depois viraria uma explosão. O show do Rammstein não é SOMENTE um show, é um verdadeiro espetáculo, com luzes, encenações, fogos de artifício e pirotecnia de alto nível (a Isis até sentiu o calor do palco, risos); de guitarras, cintos, até asas flamejantes! Detalhe para o tecladista Christian Lorenz que usou um macacão holográfico de causar inveja.

Crédito: Ronaldo Mendes/Esp. para o CB/DA Press
Crédito: Ronaldo Mendes/Esp. para o CB/DA Press

Eles não pouparam esforços para trazer ao Brasil, mais uma vez, a apresentação completa que acompanham todos seus shows! Com direito a dois bis de arrepiar, agitou muito a plateia e com certeza, angariou mais fãs dos que já possui aqui no Brasil.

E assim, o dia foi encerrado com chave de ouro e muito fogo!


Elefante pergunta: Ansiosos pra saber quais as próximas atrações da segunda edição do evento? Nós estamos e muuuuuito!!

One thought on “Elefante Voador no Maximus Festival

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