Primeiramente: Feliz dia do Leitor!

E que forma melhor do que comemorar o dia do leitor do falando de livros? Para quem não se lembra, em dezembro de 2015 nós fizemos a resenha de A Espada do Verão (primeiro volume da série Magnus Chase e Os Deuses de Asgard, de Rick Riordan). Hoje, trazemos a resenha de O Martelo de Thor, o segundo livro da saga. Saiba mais:

Em A espada do verão, primeiro livro da série, os leitores são apresentados a Magnus Chase, um herói boa-pinta que é a cara do astro de rock Kurt Cobain. Morador de rua, sua vida muda completamente quando ele é morto por um gigante do fogo. Por sorte, na mitologia nórdica os heróis mortos vão parar em Valhala, o paraíso pós-vida dos guerreiros vikings. Lá, Magnus descobre que é filho de Frey, o deus do verão, da fertilidade e da medicina.
Desde então, seis semanas se passaram, e nesse meio-tempo o garoto começou a se acostumar ao dia a dia no Hotel Valhala. Quer dizer, pelo menos o máximo que um ex-morador de rua e ex-mortal poderia se acostumar. Magnus não é tão popular quanto os filhos dos deuses da guerra, como Thor e Tyr, mas fez bons amigos e está treinando para o dia do Juízo Final com os soldados de Odin – tudo segue na mais completa paz sanguinolenta do mundo viking.
Mas Magnus deveria imaginar que não seria assim por muito tempo. O martelo de Thor ainda está desaparecido. E os inimigos do deus do trovão farão de tudo para aproveitar esse momento de fraqueza e invadir o mundo humano.

Formato(s) de venda: livro, e-book
Tradução: Regiane Winarski
Páginas: 400
Gênero: Ficção
Formato: 16 x 23 x 2 cm
ISBN: 978-85-510-0070-0
E-ISBN: 978-85-510-0071-7
Lançamento: 04/10/2016

Leia um trecho disponibilizado pela Editora Intrínseca clicando aqui.


Resenha

Quem já leu a série Percy Jackson e Os Olimpianos sabe muito bem que Rick Riordan consegue mudar para sempre nossa percepção sobre mitologia. Saiba que Magnus Chase e Os Deuses de Asgard vai mudar completamente sua visão sobre a mitologia nórdica.

Neste volume, Magnus e seus amigos tem a complicada missão de “resgatar” o martelo de Thor (que, a propósito, ninguém pode saber que está perdido, pois se esta informação caísse em mãos erradas, por exemplo, dos gigantes, eles poderiam invadir Midgard* com a certeza de que nada poderia impedi-los). *Midgard = Terra.

Com um prazo apertadíssimo e, sem saber ao certo para onde ir, Magnus, Sam, Blitzn e Hearth enfrentam as mais desesperadoras situações de perigo (e de quase morte) para recuperar Mjölnir* antes que qualquer mal aconteça e impedir uma invasão de gigantes e impedir os planos de Loki (sejam eles qual forem). Sem contar que, paralelo a isso, eles tentam evitar a todo custo que o Ragnarök** aconteça.  *Mjölnir = O Martelo de Thor. **Ragnarök = o Dia do Juízo Final, que acontecerá a grande batalha entre Odin e Loki e os gigantes no fim do mundo.

Em O Martelo de Thor,  somos apresentados a alguns novos personagens (como é o caso de Alex Fierro, um(a) argr* filho(a) de Loki que chega em Valhala** e  é claro, matamos a saudade de personagens que já conhecemos e amamos ♥ (inclusive de Jaquesa maior espada falante que canta músicas de Selena Gomez que você respeita). Apesar de a narrativa em primeira pessoa ser bastante focada em Magnus Chase, outros personagens como Samirah, Blitz e Hearth tem seus próprios desafios a superar ao longo deste volume. É impossível não sentir empatia por todos eles ao longo da leitura. *argr = termo nórdico para não másculo. ** Valhala = paraíso para os guerreiros a serviço de Odin.

Este é um livro pra quem gosta de ritmo crescente. A história vai ficando cada vez mais empolgante a cada novo capítulo até chegar a um final fo-dás-ti-co (que já abre caminho para o próximo volume). O Martelo de Thor, na minha opinião, está no mesmo nível de seu anterior. Ou seja, uma aventura alucinante, divertida e improvável como só Rick Riordan é capaz de escrever.

Aliás, cada vez mais eu me convenço de que Rick Riordan é a melhor pessoa ever quando o assunto é criar nomes de capítulos.  O cara é hilário gente! É para morrer de rir antes mesmo de ler o conteúdo. Sem falar das citações e referências de cultura pop que a gente adora.

Além disso, ele consegue prender nossa atenção com uma narrativa tão bem humorada, mesmo em situações de perigo, que é muito difícil ler sem dar umas boas gargalhadas. Sem falar nos comentários – e pensamentos – de Magnus Chase que, assim como no volume anterior, são impagáveis.


Elefante pergunta: Quais suas expectativas para o terceiro volume de Magnus Chase e Os Deuses de Asgard?

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