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Legado Ranger II: Cidades de Dragões, Raphael Draccon | Resenha

Cidades de Dragões é a segunda parte da trilogia Legado Ranger, do escritor Raphael Draccon, publicado pela Editora Rocco, com o selo Fantástica Rocco. Confira a sinopse e em seguida a resenha.

Sinopse:

Após lutarem grandes batalhas em Cemitérios de Dragões, Derek, Daniel, Romain, Amber e Ashanti estão de volta à realidade em Cidades de Dragões, segundo livro da série Legado Ranger, estreia de Raphael Draccon pelo selo Fantástica Rocco.

Depois de terem sido enviados para outra dimensão, os cinco agora tentam seguir com suas vidas na Terra, mas quando dragões começam a aparecer em diferentes pontos do planeta, deixando um rastro de destruição e morte, eles se veem obrigados a assumir sua responsabilidade e iniciam uma nova batalha que já ultrapassa a barreira entre as dimensões e que pode significar o fim da humanidade ou a sua salvação.

Repleto de ação e referências a séries japonesas que marcaram toda uma geração, Cidades de Dragões é a sequência perfeita para uma saga de fantasia épica.

Resenha:

De volta ao planeta Terra, os rangers tentam retomar às suas antigas.

Derek combate o terrorismo mesmo sem apoio do governo. Ele passa grande parte da narrativa sendo interrogado pelo exército.

Daniel, como um bom hacker, aprimora ainda mais os poderes da armadura simbiótica que ganharam dos Anões no Cemitério.

Romain ganha a vida sendo um famoso dublê de Hollywood, e se tornou pai.

Amber tenta viver a vida ignorando o que aconteceu no Cemitério, porém, essa tentativa dura pouco.

Ashanti faz de Huanda, sua terra natal, uma enorme potência mundial. Com a tecnologia disposta, ela tenta criar uma máquina para que a viagem de volta ao Cemitério seja possível, afim de resgatar Mihos.

O começo pareceu bem parado, pois nesse segundo livro não há tanta ação como no primeiro. Mais da metade do livro mostra os rangers separados em suas próprias vidas. A não ser Daniel e Romain, que estão muito mais unidos, pois Daniel é padrinho da filha de Romain.

A principal parte da história se passa no Japão. Com Daniel, Romain e o irmão de Daniel junto a máfia Yakuza, para ir atrás do Vespa Mandarina, a cria do demônio (literalmente). Essa é uma parte interessante, pois aparece Tsuyo, um mecha japonês, que é preparado para combater contra os dois rangers. Isso tudo porque o governo japonês acha que os rangers são uma ameaça contra eles.

Paralelo a isso, Ashanti e Amber se aproximam e criam um laço de amizade. Enquanto Derek e Amber criam uma ligação mais íntima.

Derek se propõe à testar o Órbita, máquina que promete fazer com que os rangers sejam enviados de volta ao Cemitério. Enquanto a máquina é testada e Derek desaparece na máquina, Amber e Ashante vão ajudar Daniel e Romain a derrotar o Vespa Mandarina, e, também, eles aprendem que é possível ter uma ligação com seus dragões e domá-los.

No final, o Órbita traz a Terra uma ameaça muito maior do que qualquer um imaginaria!


Mesmo sendo uma narrativa mais calma, o modo como Draccon descreve a história, já dá pra imaginar um filme em nossas cabeças, dada à riqueza de detalhes. O jeito de cada personagem também continuam com características únicas, fácil de identificar cada um.

Uma diferença notável entre os livros é que o primeiro narra-se uma história mais épica, enquanto no segundo se trata de uma história mais contemporânea.

Esse livro pareceu mais uma ponte de algo muito maior, que ainda não vimos antes! Será? Em breve, a terceira parte do Legado Ranger.


Elefante pergunta: Já leram o Legado Ranger? 

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