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Legado Ranger III: Mundos de Dragões, Raphael Draccon | Resenha

Chegamos na terceira e última parte da trilogia Legado Ranger. Dessa vez, iremos acompanhar a conclusão da história criada por Raphael Draccon. Como ele mesmo descreve, é a “sua carta de amor aos tokusatsus”.

Sinopse:

Liderados por um ranger americano e protegidos pela tecnologia criada por anões-alquimistas, um grupo de cinco pessoas sobrevive ao Cemitério, uma terra devastada por reptilianos, demônios e escravidão, e retorna para casa apenas para descobrir que eles levaram todo esse horror para a própria dimensão.

Assim os dragões chegaram à Terra. Cidades foram queimadas, o pânico foi instaurado e líderes governamentais ficaram em choque diante de justiceiros que não respeitavam bandeiras nem fronteiras. Agora, um portal se abriu e a conexão entre as dimensões se fez.

Em florestas de metal ou em bairros de concreto, gigantes de pedra e exércitos de monstruosidades espalham a devastação. Sem uma liderança clara, os cinco sobreviventes enfim se preparam para uma última batalha no coração do Japão. De um lado haverá um demônio-bruxa, crias infernais e Colossus de pedra. Do outro, armaduras de metal-vivo, sangue de dragão e robôs gigantes.

Batalhas épicas e dramas intensos compõem Mundos de Dragões, terceiro e último livro da série Legado Ranger, um universo inspirado em uma versão adulta, violenta e politizada das antigas séries japonesas Tokusatsus, que marcaram a infância de toda uma geração.

Resenha

Nesse terceiro e último livro, acompanhamos a história passada em duas dimensões. Derek volta aos Cemitério de Dragões para resgatar Mihos. Volta a encontrar os anões-alquimistas e a nova ameaça que o demônio-bruxa Ravenna criou, os Colossos, a fim de conseguir abrir um portal para a Terra e invadí-la com esses novos e poderosos inimigos.

Enquanto isso, na Terra, Daniel se alia ao governo japonês. O governo constrói mechas (aqueles robôs gigantes que as pessoas entram dentro para controlá-lo, tipo o megazord dos Power Rangers) para ajudar a combater as ameaças terrenas.

Nesse livro, há muito mais ação do que nos anteriores, fazendo com que a leitura seja mais rápida. Ao contra ponto, faz com que tenha menos história, por assim dizer. No entanto, a leitura vem com mais adrenalina.

A nostalgia é presente a todo momento, sendo facilmente reconhecida por qualquer fã de Jaspion e Power Rangers. As referências nerds que o personagem Daniel faz desde o primeiro livro, deixam a leitura mais descontraída e a imaginação fluir muito mais facilmente.

A qualidade criativa de Draccon em misturar magia, elementos da cultura japonesa, tecnologia, humor, drama, romance é pra não deixar qualquer leitor decepcionado.


Elefante pergunta: Você já leu a trilogia de Draccon? O que achou dessa nostalgia toda?

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